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Dia internacional da mulher

9 Março 2008

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Seria repetitivo demais tentar fazer uma homenagem às mulheres, no dia de hoje, falando tudo aquilo que se fala normalmente.

Mulher é sinônimo de complexidade. E falo isso sem o menor medo de que achem que estou usando termos “machistas”. Mulheres são e sempre serão complexas. Porque foram assim que foram feitas. Levanta a mão aí a mulher que alguma vez não conseguiu entender o que sentia? Levanta a mão aí a mulher que consegue explicar que tipo de mulher é?

Por isto, optei por fazer este post com o tipo de mulher que tenho tentado (e que gostaria) de ser.

Mulher se relaciona diretamente com a palavra sensibilidade. Ser sensível não quer dizer ser boba ou ser frouxa. E sim, saber olhar as coisas por todos os lados possíveis, se colocar no lugar do outro, deixar o coração conversar com a razão. É deixar os sentimentos falarem nos momentos que tem que falar e calar nos momentos em que já não adianta dizer mais nada.

Seduzir. Ser misteriosa. Deixar o corpo falar. Deixar as atitudes mostrarem a feminilidade e o poder. Deixar os desejos e as vontades serem descobertas no olhar, no sorriso.

Vencer, ser guerreira, ser batalhadora. Não esperar que nada caia do céu. E nem acreditar que os sofrimentos são para sempre.

Chorar, rir, gargalhar, se emocionar. Sem medo de nada. Apenas deixar que o coração desabafe.

Sonhar. E, principalmente, ir em busca da realização destes sonhos. Acreditar que será possível e que acontecerá.

Ser verdadeira, sincera.

Ser apenas eu.

® Bruna Tissot

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