Arquivo de Março, 2008

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MATURIDADE

28 Março 2008

ma.tu.ri.da.de
sf (lat maturitate) 1 O mesmo que madureza. 2 Idade madura. 3 Perfeição. M. social, Sociol: grau em que as atitudes, a socialização e a estabilidade afetiva de um indivíduo refletem, como característica normal do homem adulto, um estado de adaptação ou ajustamento ao seu próprio meio.

Muitas pessoas dizem que maturidade tem a ver diretamente com a idade. Outras, com as fases da vida (infância, adolescência, etc). Outros, que é com a perfeição. A maturidade é algo que todos acham que possuem, mas as atitudes sempre denunciam.

Mas pra falar bem a verdade a maturidade está mesmo é na experiência, no sofrimento, na dificuldade. Não existe maturidade sem a superação de obstáculos. Só aprendemos a progredir, a olhar para dentro de nós mesmos com mais sinceridade, a pensar na situação do outro, a lidar com a situação e com os sentimentos depois de ter que usar tudo o que não sabemos para resolver algo com urgência.

Nada do que eu escrever aqui pode acrescentar maturidade a alguém. Só se vivenciando. Já passei por isto também. E digo: aproveite tudo o que puder, viva o que puder, não fuja das situações. Tudo é aprendizado!

® Bruna Tissot

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Porto Alegre me faz…

24 Março 2008

Nasci em Triunfo – RS. Não tenho nada contra, pra falar a verdade. Mas não tenho vínculo algum com esta cidade. Minha mãe apenas foi me ganhar no hospital de lá porque o médico que atendia ela, só fazia parto lá. Fui registrada lá também, tudo no mesmo lugar.

Mas eu costumo brincar que tudo foi errado. Minha cidade natal mesmo é Porto Alegre. Me sinto como se tivesse nascido lá. Minha paixão por esta cidade é tamanha, que me emociono ao ver propagandas e reportagens sobre a cidade. Muito em breve, espero poder acordar e olhar o sol de Porto Alegre, que pra mim, tem um brilho todo especial.

Nesta semana, mais precisamente, quarta-feira, dia 26, a cidade comemora seus 236 anos.

E este post é só pra homenagear esta cidade que tem lugar especial no meu coração.

® Bruna Tissot

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Escrever…

20 Março 2008

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Imagem: Google

Escrever pra mim é algo tão natural quanto respirar. Desde muito cedo me acostumei a ler muito e isto influencia diretamente no gosto pela escrita. Na escola, nunca tive dificuldade alguma em escrever. Sempre fiz muitas redações. O meu grande problema era quando me pediam “histórias em quadrinhos”. Estas sim eram difíceis. Apesar de gostar de desenhar, achava que não conseguia colocar expressões e sentimentos suficientes nos personagens para que o leitor entendesse onde eu queria chegar.

Nunca criei grandes histórias. Mas crônicas sempre foram coisas que me facinavam. Cheguei até mesmo a colecionar as da Martha Medeiros, que saem no Jornal Zero Hora, nos domingos. Algumas eu me identificava, outras não. Hoje nem sei se estão guardadas em algum lugar ou somente na minha lembrança.

Por gostar tanto de crônicas, sempre achei que saberia escrevê-las. Tenho esperança que um dia, estes meus “rabiscos virtuais” possam ser crônicas. Por enquanto são “quase-crônicas”.

Um livro que li recentemente: Nunca subestime uma mulherzinha, da Fernada Takai (olha eu de novo falando nela!) é somente de crônicas, que foram publicadas em jornais durante alguns anos. O livro é separado em coisas que aconteceram, coisas que ninguém sabia, coisas que podem ter acontecido e o outro não me recordo no momento.São crônicas deliciosas de se ler. Além de que dá pra dar boas risadas.

“Eu só escrevo quando quero, e sou uma amadora e faço questão de continuar a ser uma amadora. Profissional é aquele que tem uma obrigação consigo mesmo de escrever, ou então em relação ao outro. Agora eu faço questão de não ser profissional, para manter minha liberdade…”

(Clarice Lispector)

Porém tenho que ter inspiração e vontade de escrever, assim como Clarice Lispector. Audácia minha comparar-me com ela, apesar de também me considerar uma amadora. Mas o que quero dizer é que manter um blog onde não se relata detalhes da vida íntima e nem se narra fato-a-fato o dia-a-dia, é difícil de manter. Muitas vezes tenho vontade de atualizar, mas nenhuma idéia do que escrever.

Tenho ficado feliz com o número de visitas diárias e com o número de elogios que tenho recebido via e-mail. Por isto peço paciência, e que sempre dêem uma passadinha por aqui, porque volta e meia tem coisa nova! Pode esperar!

® Bruna Tissot

Obs.: Posts anteriores foram apagados em virtude de não condizer com o foco do blog. Mesmo assim, agradeço os comentários.

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Dia internacional da mulher

9 Março 2008

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Seria repetitivo demais tentar fazer uma homenagem às mulheres, no dia de hoje, falando tudo aquilo que se fala normalmente.

Mulher é sinônimo de complexidade. E falo isso sem o menor medo de que achem que estou usando termos “machistas”. Mulheres são e sempre serão complexas. Porque foram assim que foram feitas. Levanta a mão aí a mulher que alguma vez não conseguiu entender o que sentia? Levanta a mão aí a mulher que consegue explicar que tipo de mulher é?

Por isto, optei por fazer este post com o tipo de mulher que tenho tentado (e que gostaria) de ser.

Mulher se relaciona diretamente com a palavra sensibilidade. Ser sensível não quer dizer ser boba ou ser frouxa. E sim, saber olhar as coisas por todos os lados possíveis, se colocar no lugar do outro, deixar o coração conversar com a razão. É deixar os sentimentos falarem nos momentos que tem que falar e calar nos momentos em que já não adianta dizer mais nada.

Seduzir. Ser misteriosa. Deixar o corpo falar. Deixar as atitudes mostrarem a feminilidade e o poder. Deixar os desejos e as vontades serem descobertas no olhar, no sorriso.

Vencer, ser guerreira, ser batalhadora. Não esperar que nada caia do céu. E nem acreditar que os sofrimentos são para sempre.

Chorar, rir, gargalhar, se emocionar. Sem medo de nada. Apenas deixar que o coração desabafe.

Sonhar. E, principalmente, ir em busca da realização destes sonhos. Acreditar que será possível e que acontecerá.

Ser verdadeira, sincera.

Ser apenas eu.

® Bruna Tissot

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HAPPY BIRTHDAY

8 Março 2008

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“A comemoração do aniversário surgiu há muito tempo atrás. Os costumes de dar parabéns, dar presentes e de celebração – com o requinte de velas acesas – nos tempos antigos eram para proteger o aniversariante de demônios e garantir segurança no ano vindouro. Até o quarto século, o cristianismo rejeitava a celebração de aniversário natalício como costume pagão.

Os gregos acreditavam que cada um tinha um espírito protetor ou gênio inspirador que assistia seu nascimento e vigiava sobre ele em vida. Este espírito tinha uma relação mística com o deus em cujo aniversário natalício o indivíduo nascia. Os romanos também endossavam essa idéia. O costume de acender velas nos bolos começou com os gregos. Bolos de mel redondos como a lua e iluminados com velas eram colocados nos altares do templo de Ártemis. As velas de aniversário, na crença popular são dotadas de magia especial para atender pedidos. Acreditava-se também que as saudações natalícias tinham poder para o bem ou para o mal, porque a pessoa neste dia supostamente estava perto do mundo espiritual.” ¹

Tudo isto é pra explicar a origem do aniversário.

Pois bem, nasci no dia 05 de março de 1988, exatamente as 7h45, de parto normal. Pesava 3,950 kg (que gorda!!) e 52 cm (que comprida!!). Sempre digo que nunca fui um bebezinho!! Já era um bebezão!!

Esta semana fiz 20 anos! Mas só hoje consegui sentar pra escrever sobre o assunto “aniversário”. Como resolvi fazer uma “festinha” amanhã (ou hoje), estou na correria!

Mas vamos ao assunto. Conheço gente que ODEIA fazer aniversário, odeia que cante parabéns, odeia tudo. Acha que é pagar mico. Pois eu amo de paixão. Adoro receber ligações, e-mails, mensagens, que cante parabéns, que conte pra todo mundo que estou de aniversário. Amo de paixão ganhar abraços e beijos carinhosos de aniversário. Esta semana, graças ao Orkut, recebi mais de 100 mensagens de “Feliz Aniversário”. Tem noção do que era isso antes da era virtual??

Fiquei muito feliz e respondi todas!

Mudando de assunto, uma amiga me perguntou no dia seguinte: “Como está te sentindo com 20?”. Respondi assim: 2.0 e TURBO: mais potência. E não é qualquer um que pilota uma máquina assim! Hehehe!!

Feliz Aniversário pra mim!

Depois contarei as aventuras…

Fontes:

¹ Wikipedia

® Bruna Tissot